Friday, 26 February 2010

Garrafas no lugar de tijolos




No projeto, foram utilizadas 1200 garrafas de plástico para as paredes, outras 120 para os sofás e mais 200 para as camas. A família também reaproveitou 1300 caixinhas tipo Tetra Pack para o teto e 140 capas de CDs para as portas e janelas. Como se tudo isso não fosse suficiente, os Santa Cruz ainda oferecem cursos para famílias pobres, ensinando as mesmas técnicas de construção.



Gostou da idéia?? Veja também os projetos: Earthship Biotecture. Maravilhoso o que se pode fazer com imaginação, e empenho... excelente trabalho! :)

Monday, 15 February 2010

'El País': Com Serra ou Dilma, 'Lula vencerá eleições de 2010'



Um artigo no diário espanhol El País avalia que, qualquer que seja o vencedor das eleições de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sairá, simbolicamente, vencedor no pleito.

A análise, assinada pelo correspondente do jornal no Brasil, Juan Árias, discorre sobre os dois principais pré-candidatos na disputa – a petista Dilma Rousseff, candidata do Planalto, e o tucano José Serra, da oposição – afirmando que ambos, se eleitos, "seguirão o caminho" de Lula.

"A partir do próximo dia 1º de janeiro, o Brasil será um Brasil sem Lula. O que acontecerá? Nada", diz o repórter.

"Continuará sendo um país com instituições democráticas consolidadas, que não apenas conseguiu sair, sem se quebrar, da crise mundial, mas que está crescendo; um país sem possibilidades de golpe de nenhum tipo e que, apesar de alguns rompantes populistas em alguns momentos – sobretudo pela influência do chavismo – não se deixou arrastar pelo populismo da vez na América Latina."

Juan Árias aposta que a disputa presidencial deste ano será disputada. De um lado está Dilma, "uma espécie de sombra" de Lula, diz o analista. "Se ela vencer, as eleições seriam na verdade um terceiro mandato de Lula e garantiriam a continuidade de um certo lulismo."

Porém, diz o texto, "Dilma não é Lula". "É quase um anti-Lula porque, mais que uma iluminada e uma improvisadora como ele, é uma gestora, que carece do carisma transbordante de seu chefe", descreve.

Já Serra "suporia a alternância normal, interrompendo de alguma forma a continuidade do PT no poder", avalia Árias.

Mas o autor acredita que o tucano não é um "anti-Lula" e que, portanto, a escolha entre sua política e a política atual é "um falso dilema". "Com Serra, o Brasil seria um país sem Lula, mas ainda com Lula, no sentido de que o governador paulista não nega nenhuma das conquistas sociais de seu governo."

Na opinião do correspondente, a campanha de Serra não seria "contra Lula", mas "depois de Lula". "Para Serra, seu governo não seria uma fotocópia do passado social-democrata, mas uma página nova."

Na avaliação do correspondente do El País, "sem Lula agora, e talvez com Lula amanhã de novo, o Brasil é um país que tomou o trem na direção certa, que o levará a consolidar o milagre de seu desenvolvimento".

Fonte: BBC Brasil


Desde pequena, eu era tucano de coração. Ainda admito que sou. Mas devo dar o braço a torcer, e admitir que Lula fez melhor do que o esperado. Gostaria que Serra não nos desaponte, e realmente continue com o trabalho começado pelo rival. quanto á Dilma... bem, a quem lhe importa Dilma? Ela é uma pessoa que demonstrou ter caráter duvidoso, e completamente sem 'jogo de cintura' para enfrentar conflitos. Alguém ainda vai confiar nela?

Sunday, 14 February 2010

Climate sceptics denounced by Brown as he launches climate change group


Prime minister Gordon Brown today accused climate change sceptics of going "against the grain" of scientific evidence, as he launched a new group to raise billions of pounds for the fight against global warming.

Mr Brown will co-chair the United Nations High Level Advisory Group on Climate Change Financing with Ethiopian prime minister Meles Zenawi.

The group aims to raise $30bn (£19bn) over the next three years - rising to $100bn annually by 2020 – to help poor countries limit their contribution to global warming and adapt to its effects.

Cash raised from state and private sources will fund measures to halt deforestation, encourage low-carbon development and adapt to rising sea levels, extreme weather events and higher temperatures.

Despite the failure to reach a legally-binding compact at the Copenhagen talks in December, Mr Brown today said that he believed sufficient offers were on the table to meet some of the conference's key goals.

"66 countries have set out their plans or targets for climate change, covering 80% of global emissions," he said. "Already we can say that if promises are met, the accord will lead to a peaking of global emissions by or before 2020 and make it possible for us to hold the trajectory of global temperature increases to 2C."

Britain continues to support a legally-binding agreement at the UN conference in Cancun, Mexico, later this year, he said.

The weeks following Copenhagen have seen the science behind climate change come increasingly under attack, following the hacking of researchers' emails and the revelation that an inaccurate assertion about melting glaciers was included in the influential 2007 report by the UN's Intergovernmental Panel on Climate Change.

But Mr Brown brushed aside the sceptics' challenge during a UN webcast to launch the group today.

"Those people who have become global warming deniers and those people who have become climate change deniers are against the grain of all the evidence that has been assembled that global warming and climate change are indeed challenges that the world must meet and that can only be met together," he said. He has previously denounced what he described as "anti-science, flat-earth climate sceptics".

UN Secretary General Ban Ki-moon cautioned against thinking that the cold winter in the northern hemisphere – which is currently causing heavy snowfall in the New York area – disproves the global warming hypothesis.

"It may be true that you have seen some cold weather, as we have seen recently in New York, but the overall tradition of scientific evidence suggests that global warming is happening much faster than one may realise," said Mr Ban.

"That is what I have been told by the scientists and I believe that is true."

Mr Brown said that the group would take on "the task that I believe is the most important we face – combating climate change by ensuring that the poorest countries have the finance necessary to do so".

He added: "If we can resolve this problem then I believe many of the other challenges of climate change can also be solved. The task before us, while daunting, is a very important one to the future of the environment of the world."

Mr Brown said that funds for mitigation and adaptation to climate change must come on top of official development aid, and acknowledged that private sources must be found for some of the money – for instance by auctioning national emissions allowances.

"This can't all be done from taxpayer revenues so we must examine new sources of finance, both public and private," he said.

The PM pledged that Britain would contribute, saying: "Let me stress that the UK is committed to paying its share of the up to $30bn required by developing countries from 2010. We will stand by and make our commitment real to that part of the agreement at Copenhagen."

Asad Rehman, senior international climate campaigner at Friends of the Earth, said: "$10bn a year might sound like a wave of new money for poor countries to tackle climate change, but in reality it's a drop in the ocean compared to what is required. What's worse is that most of this money from rich countries will be plundered from existing aid budgets." Last month the UK government admitted that its £1.5bn contribution to the 2010-2012 funding would be taken from its existing overseas aid budget.

Saturday, 13 February 2010

Farmácia na Estônia vende cura para coração partido por R$ 2,50


Venda de remédios ou pura alquimia? Uma farmácia na Estônia guarda em seus estoques produtos inusitados como o que promete curar um coração partido. Pelo remédio, na realidade, uma receita especial de marzipã de 40 gramas, os clientes pagam R$ 2,50. Batizada de Raeapteek, a drogaria vende também pó de chifre de unicórnio, acreditem ou não. A excêntrica farmácia, talvez a mais antiga da Europa, abriu as portas em 1422, em Tallinn, a capital da Estônia.

“Desde a Idade Média, preparamos uma receita especial de marzipã para aplacar os males do coração”, disse Ulle Noodapera, a farmacêutica da drogaria, ao site
britânico The Telegraph. “Nós continuamos a fazê-lo, porque a procura por ele tem continuado ao longo dos séculos”, fala Ulle.

A receita do remédio é um segredo extremamente bem guardado. “Não fazemos um marzipã qualquer. Usamos uma fórmula medieval, com de 72% de amêndoas e 28% de outros ingredientes que não revelamos”.

Na loja, os clientes também podem visitar um quarto onde são guardadas outras poções medievais usadas por séculos por seu efeito supostamente milagroso. A maioria delas não é mais vendida pela farmácia. Nas estantes, ficam itens bizarros como pernas de sapos, ‘pó de unicórnio’, sangue de gato preto, pedaços de múmias e coração de coelho.

Aberta pelo alemão Johan Molner, a farmácia passou para as mãos do médico húngaro Johann Burchart Belavary em 1580 e por 300 anos foi administrada por sua família.

Em alguns períodos, durante a Idade Média, o lugar funcionou também como um clube para a elite da cidade, onde o álcool podia ser consumido livremente. “Naqueles tempos, a drogaria funcionava como uma espécie de clube para encontro dos mandatários de Tallinn”, afirma Ulle.
Atualmente, a Raeapteek vende também remédios comuns. Os turistas, no entanto, preferem mesmo levar um vinho chamado Klaret, também feito seguindo uma receita medieval, com oito tipos diferentes de temperos e 14% de álcool. Uma garrafa de 450ml custa cerca de R$ 41 (16 euros).



Em clima de dia dos namorados, tem alguém aí, solteiro ou não, que precise dar um jeito no coraçãozinho?? :)

Sobre a encruzilhada



Do paganismo romano aos cultos afro-brasileiros, da mitologia grega àstradições indígenas americanas, a encruzilhada sempre foi considerada um lugar sagrado. É ali que alguns deuses habitam e observam o viajante tomar uma decisão.

Ali se concentram as duas grandes energias o caminho que seráescolhido, e o caminho que será abandonado. Ambos estão juntos numa encruzilhada. Ambos se transformam em um caminho só mas por um curto período de tempo apenas. O caminhante pode descansar, dormir um pouco, até mesmo consultar os deuses que habitam as encruzilhadas.

Mas ninguém pode ficar ali para sempre: uma vez tomada a decisão, é preciso seguir adiante, confiar no próprio coração.

"E esquecer o caminho que não escolhemos..."